História
Cada vez que ouvimos alguém contar como foi sua experiência com Deus, na primeira vez em que esteve em um dos cultos da Igreja Apostólica Betlehem, uma convicção surge em nosso coração: cada um tem a sua própria história com o Senhor e com a igreja. E, por isso, não podemos dizer que a história de um ou de outro é mais importante ou, tão pouco, é a história da Igreja, porque nos sentimos literalmente “PEDRAS VIVAS”, colocados todos juntos, na construção do Templo do Senhor, não feito por mãos humanas, mas harmoniosamente edificado pelo Senhor Nosso Deus. Ou seja, a história de cada um, inclusive a sua, faz parte da história da BETLEHEM. Cada um de nós, inclusive você, somos uma “pedra viva” a edificar o Templo do Senhor.
O Nome
A palavra BETLEHEM, de origem hebraica, é um nome composto de duas palavras:
BEIT – que quer dizer CASA e LEHEM – que quer dizer PÃO.
Pronunciadas juntamente – BEIT + LEHEM – significam: CASA DO PÃO!
O início de tudo
No final de 1999, Paulo e Karla (à época ainda não separados para o ministério pastoral) estiveram na cidade de BETLEHEM (Belém), em Israel, onde Jesus nasceu. Local onde também outros importantes fatos históricos e bíblicos aconteceram.
Ambos ficaram chocados pela sujeira, miséria e peso espiritual encontrado ali. Uma cidade hoje dominada pelos árabes, com uma fortíssima presença do Islã (religião muçulmana), bem como uma situação de tolerância em relação à idolatria ali presente, principalmente no local onde, alguns acreditam, Jesus tenha nascido. Uma situação revoltante a qualquer pessoa que tenha discernimento espiritual e que remete a outros momentos da história da cidade de Belém:
Momentos de miséria e fome por afastar-se de Deus (fatos narrados no livro Rute). Dias terríveis sob o domínio grego e depois romano. Porém, uma esperança sempre existiu:
“E tu, Belém-Efrata, pequena demais para figurar como grupo de milhares de Judá, de ti me sairá o que há de reinar em Israel, e cujas origens são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade... Ele se manterá firme e apascentará o povo na força do SENHOR, na majestade do Nome do SENHOR, seu Deus; e eles habitarão seguros, porque, agora, será ele engrandecido até aos confins da terra. Este será a nossa Paz...” Miq. 5 – 2, 4 e 5
Jesus, o Pão da Vida, não poderia ter lugar mais propício para o seu nascimento: Betlehem – a Casa do Pão.
No início do Ano 2000, o apóstolo Paulo e a profetiza Karla conheceram um grupo de pessoas especiais, muitas com um lindo chamado de Deus, porém, praticamente todos feridos, magoados e sem perspectivas. Eles estavam sendo acompanhados pelo pastor Valdomiro Souto Ferreira, que foi o catalisador de Deus para agrupar essas pessoas, que se reuniam na casa da pastora Maria Helena Malpighi Carregosa (à época ainda presbítera).
Quando o casal foi apresentado para aquele grupo tão lindo e com tanto potencial em Deus, uma comunhão no Espírito nasceu e imediatamente começaram a caminhar.
Nascia ali a IGREJA EVANGÉLICA BETLEHEM Ministério Apostólico e Profético de Restauração Casa do Pão para todos os povos. Hoje conhecida simplesmente como:
IGREJA APOSTÓLICA BETLEHEM.
Num ato profético de lavar os pés uns dos outros, conforme Jesus ensinou, todos foram unidos para caminhar como Igreja. Logo outras pessoas vieram e se colocaram debaixo da autoridade que o Senhor colocava sobre a vida do apóstolo Paulo de Tarso.
A escolha do nome
Algum tempo depois, quando se buscava de Deus um nome para a Igreja, O Senhor deu-nos uma identidade e um chamado muito forte: BETLEHEM.
Nós somos a Casa.
Jesus é o bendito Pão da Vida, o Pão do Céu.
Recebemos a promessa de que teríamos abundância desse Pão, não somente para nós, mas também para dar a todos quanto nos procurassem com fome e sede de Justiça. Aleluia!
Temos vivido isso!