Nossos valores e o que nos une
Para caminharmos para o alvo da visão que Deus nos deu e alcançarmos a nossa Missão, nós afirmamos os nossos valores, que são uma declaração do que cremos e por isso do que nos une e dos valores propriamente ditos inegociáveis que nos impulsiona a agir, características estas implantadas em nós por Deus como uma cultura celestial de realizações.
Identificamos doze pontos que personificam quem somos - quem sempre fomos - e no que acreditamos. Eles refletem o caráter duradouro da Betlehem de seus membros e ministros:
• Fé num só Deus
• Identidade Betlehem
• Santidade
• O Reino de Deus
• Transformação
• Adoração em Santidade
• A Obra do Espírito Santo
• Igreja Noiva do Cordeiro
• Judeus, povo de D´us
• Sacerdócio Real
• Festas do Cordeiro
• A Volta de Jesus
Fé num só Deus
Temos um só Deus, o Criador dos céus e da Terra. Um só mediador entre Deus e nós, os homens, que é Jesus Cristo de Nazaré. Sendo Deus, Jesus fez-se homem, nascendo pelo poder do Espírito Santo de uma virgem de Israel, na cidade de Belém, para que se cumprissem as escrituras a respeito do Messias, e habitou entre nós. Sendo homem, foi santo e irrepreensível, tendo injustamente morrido na cruz do Calvário, levando sobre si todos os pecados da humanidade, justificando-nos, então, por intermédio da sua morte.
Morto, desceu até o inferno no nosso lugar. A morte, porém, não pôde retê-lo. O Espírito Santo do Deus Vivo ressuscitou Jesus dentre os mortos e então, O Nosso Redentor, arrancou das mãos de Satanás as chaves da Morte e do Inferno, para depois ser novamente recebido pelo Pai e entronizado à direita do Altíssimo, diante de todos os santos anjos que o adoram.
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Identidade
O Nome - A palavra BETLEHEM, de origem hebraica, é um nome composto de duas palavras: BEIT – que quer dizer CASA. LEHEM – que quer dizer PÃO.
Pronunciadas juntamente – BEIT + LEHEM – significam: CASA DO PÃO!
O início de tudo - No final de 1999, Paulo e Karla (à época ainda não separados para o ministério pastoral) estiveram na cidade de BETLEHEM (Belém), em Israel, onde Jesus nasceu. Local onde também outros importantes fatos históricos e bíblicos aconteceram.
Ambos ficaram chocados pela sujeira, miséria e peso espiritual encontrado ali. Uma cidade hoje dominada pelos árabes, com uma fortíssima presença do Islã (religião muçulmana), bem como uma situação de tolerância em relação à idolatria ali presente, principalmente no local onde, alguns acreditam, Jesus tenha nascido. Uma situação revoltante a qualquer pessoa que tenha discernimento espiritual e que remete a outros momentos da história da cidade de Belém, como nos dias de Noemi e Rute, e nos dias em que Jesus lá nasceu, sob o terrível domínio romano. Porém, sempre existiu uma esperança:
“E tu, Belém-Efrata, pequena demais para figurar como grupo de milhares de Judá, de ti me sairá o que há de reinar em Israel, e cujas origens são desde os tempos antigos, desde os dias da eternidade... Ele se manterá firme e apascentará o povo na força do SENHOR, na majestade do Nome do SENHOR, seu Deus; e eles habitarão seguros, porque, agora, será ele engrandecido até aos confins da terra. Este será a nossa Paz...” Miquéias 5 – 2, 4 e 5
Jesus, o Pão da Vida, não poderia haver lugar mais propício para o seu nascimento: Betlehem – a Casa do Pão.
Nós somos a Casa. Jesus é o bendito Pão da Vida, o Pão do Céu.
Recebemos a promessa de que teríamos abundância desse Pão, não somente para nós, mas também para dar a todos quanto nos procurassem com fome e sede de Justiça.
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Santidade
Estamos unidos quanto à necessidade de buscarmos a santidade de Deus e de abandonarmos todo caminho perverso e tudo que não é de Deus em nós. Nos une também a clara visão de que a Igreja corrompeu-se e, ainda hoje, estamos em um processo de purificação e de santificação. Queremos banir das nossas vidas, famílias e igreja toda influência que satanás tenha colocado, do paganismo, da imoralidade, da idolatria e da feitiçaria.
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O Reino de Deus
Estamos unidos pelo entendimento de que Jesus chamou uns para Apóstolos, outros para Profetas, outros para Evangelistas, outros para Pastores e Mestres, e que esses ministérios são para a edificação da Igreja, a Noiva do Cordeiro e aperfeiçoamento dos santos do Nosso Deus, para que outros sejam levantados para esta obra de edificação. Cremos que quando oramos: “Venha o Teu Reino”, e usamos as “Chaves do Reino do Céus”, que Jesus deu a toda a Igreja por intermédio do apóstolo Pedro, damos liberdade para que Jesus Cristo seja mostrado e o Reino de Deus que está dentro de nós possa ser exteriorizado para que o Mundo conheça O Caminho, A Verdade e A Vida, que nos conduz ao Coração do Pai.
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Transformação
Estamos unidos no entendimento de que Jesus veio para Salvar “O que se havia perdido”, e que isto não se restringe ao relacionamento do ser humano com Deus, mas, de toda a condição dada pelo Pai ao homem, de dominar sobre todas as coisas, e que , para isso o homem deve exercer este domínio conquistando não só sua família e amigos para O Senhor, mas, também sua cidade, e país. Entendemos então que assim como uma pessoa no processo de conversão primeiro abre o coração para O Senhor Jesus, precisamos Ter o coração de nossas cidades e nação abertos para Deus.Como há relatos bíblicos de avivamentos e momentos de intenso quebrantamento de um povo diante de Deus, temos visto em nossos dias muitas cidades ao redor do Mundo e até nações num processo avançado de Transformação. Alvejamos isto para as cidades onde Deus nos plantou, onde O Eterno possa ser conhecido, e possamos sair da dimensão de um prédio para influenciar toda a sociedade, de uma cultura cheia de pactos com o mundo espiritual da maldade, para a Cultura do Reino de Deus.
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Adoração em Santidade
Estamos unidos sob o entendimento que os primeiros a serem purificados são os da Casa do Senhor, os levitas, figura dos adoradores que o Pai procura, para que O adorem em Espírito e em Verdade. Por isso, todo nosso coração e empenho está voltado para a restauração de uma adoração que tenha, como alvo: a beleza da santidade do Senhor!
A música, o canto, a dança, e todas as expressões artísticas devem então ser para a glória de Deus. Nós somos chamados para redimir a arte que tem se prestado a cultuar o homem e todo o tipo de entidade espiritual da maldade, devolvendo à arte seu papel de instrumento de adoração ao Deus Vivo e Único que criou os céus e a Terra.
Estamos unidos de que A Nação brasileira foi chamada para apresentar-se diante de Deus levando como Dom (Presente maior) uma Adoração pura e verdadeira que honre e glorifique O Deus Todo Poderoso, e O Seu Cordeiro, conforme Apocalipse 21:24, e por isso a coisa mais importante que fazemos como Igreja é Adorar e Glorificar O Deus da nossa Vida, sonhando com uma Adoração Nacional ante os pés do Nosso Deus. Estamos unidos em proclamar pelos séculos dos séculos:
“SANTO, SANTO, SANTO, É O SENHOR DEUS,
O TODO PODEROSO, aquele que era, que é e que há de vir.”
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A Obra do Espírito Santo
Recebemos o Espírito Santo do Deus Vivo, que nos convenceu e convence do pecado, da justiça e do juízo, levando-nos ao arrependimento dos pecados. O Espírito Santo veio habitar em nós, vivificando nosso espírito que estava morto, por nossos delitos e pecados. Vivemos a mesma glória dispensada à Igreja nos primeiros dias, quando todos foram cheios do Espírito Santo, nas primeiras chuvas, crendo que a Palavra se cumprirá em nós e que a glória da segunda casa será maior que a da primeira, nestes dias de derramar das últimas chuvas do Espírito de Deus.
Estamos unidos quanto às manifestações do Espírito Santo de Deus em nossos dias, de uma forma tão poderosa como nunca se viu antes, e de que ninguém é detentor de qualquer dom, mas o Espírito nos usa e distribui os dons como lhe apraz para a glória do Senhor Jesus e que a maior realização do Espírito Santo em nossa vida é gerar o Caráter de Cristo em nós.
Igreja – Noiva do Cordeiro
Somos a Igreja, a Noiva do Cordeiro. Existimos por Ele, para Ele, por causa Dele, para que possamos, nesta geração e nas que virão, manifestar a glória, a autoridade, e o poder do Senhor Jesus. Assim, ardente e apaixonadamente declaramos, junto com o Espírito de Deus: Ora vem, Senhor Jesus!
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Judeus, povo de D´us
Estamos unidos quanto ao fato de que Deus nunca rejeitou o povo judeu e por isso os abençoamos, amamos e queremos estar prontos a servi-los clamando a Deus pela restauração completa deles diante de Deus, pois cremos que este é o tempo do Senhor apiedar-se de Israel e de todos os judeus espalhados por toda a terra, trazendo-os de volta para ERETZ YISRAEL (A Terra de Israel), onde o remanescente fiel declarará BARUCH HABÁ BESHEM ADONAI (Bendito é O que vem em Nome do Senhor!), para o nosso Amado YESHUA, e como Paulo disse aos Romanos: “...e todo Israel será salvo!”
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Sacerdócio Real
Estamos unidos na compreensão de sermos “Sacerdócio Real” e, como sacerdotes, nossa função é estarmos diante do Trono do Pai, adorando-O, em espírito e em verdade. Também somos sacerdotes para interceder, junto ao Trono da Graça, levando nossas próprias petições, bem como a vida de incontáveis pessoas, pois, não apenas declaramos, mas, constatamos, que somos absolutamente dependentes do Pai. Mais além, entendemos que a função sacerdotal não se restringe em estar diante do Senhor, mas também em proclamar as virtudes d´Aquele que nos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz, anunciando o Reino de Deus.
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Festas do Cordeiro
Estamos unidos sobre as Festas Bíblicas que o Senhor determinou que devessem ser celebradas perpetuamente, como sinais proféticos de Deus a respeito dos “tempos” e “épocas” que Ele guardou para sua exclusiva autoridade, a saber: as Festas de PÊSSACH (Páscoa), SHAVUOT (Pentecostes), SUCOT (Festa dos Tabernáculos ou das Cabanas), além dos dias de YOM TERUÁ (Dia do Toque do Shofar) e YOM KIPUR (Dia da Cobertura ou do Perdão); e das Festas, chamadas menores, de PURIM e CHANUKÁ (Festa da Dedicação ou Festa das Luzes), que apontam todas para Jesus, o Nosso Senhor e Rei. Celebramos essas festas não de maneira religiosa, mas com entendimento de que as mesmas foram dadas, por Deus, aos homens, para nos trazer esperança, revelação e, também, para nos jubilarmos na alegria do Senhor que é a nossa força!
Estamos unidos no entendimento que depois de haver criado todas as coisas, O Eterno, nosso Deus, descansou, tendo santificado para si o sétimo dia, e portanto O SHABAT, é um sinal temporal da eminente volta de Jesus para tomar a Igreja e depois reinar com ela durante Mil anos.
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A Volta de Jesus
Estamos unidos quanto à eminente volta do Senhor Jesus, assim como esperavam os apóstolos, nos primeiros dias da Igreja. Nós não nascemos para o Juízo e sim para a Vida Eterna e Abundante que o Senhor Jesus conquistou para nós na Cruz do Calvário. Portanto, ao som da última trombeta, à voz do arcanjo, os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro e, depois, nós, que estivermos vivos, num abrir e fechar de olhos, seremos transformados, recebendo a incorruptibilidade e a glória do Senhor sobre os nossos corpos corruptíveis.
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